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Algumas dicas para sair do Windows para um Mac

Atenção: Achei esse artigo muito interessante e resolvi traduzi-lo para vocês. O autor é Walt Mossberg’s e você pode encontrar o post original clicando aqui.

As vendas dos computadores Machintosh da apple vêm crescendo muito mais do que as dos PCs e muitos desses consumidores tendo sido usuários de Windows por muitos anos. Todo mês eu recebo emails dos leitores perguntando sobre as diferenças entre o uso dos sistemas operacionais Windows e OS X (sistema operacional usado pelos Macs).

As interfaces do Windows e do OS X se assemelham mas tem uma diferença assombrosa quando se trata do uso no dia-a-dia, o que torna necessária uma re-educação no uso desses sistemas por parte dos novos usuários. E devido a ter muito menos usuários de Macs do que de PCs, obter uma ajuda dos amigos e dos colegas de trabalho pode ser uma tarefa difícil.

Então segue aqui uma lista de dicas explicando as diferenças mais comuns no uso do Windows XP (sistema de onde a maioria das pessoas tem migrado) para o uso do Mac OS X Leopard (sistema o qual a maioria das pessoas irão migrar).

A idéia desse artigo não é argumentar e incentivar as pessoas a migrar para os Macs, mas sim ajudar aqueles que já o fizeram ou estão considerando o fazer. É claro que todos os Macs atualmente vendidos podem rodar Windows e programas de Windows com o próprio sistema operacional do Mac. Mas esse guia é para aqueles que pretendem usar o OS X como seu principal sistema, não o Windows.

Vamos às principais diferenças:

Barras de menu: No Windows, cada programa tem a sua própria janela na barra de menu, na base da tela. No Mac, existe uma única barra de menu no topo da tela que muda, dependendo de qual programa está ativo na tela.

Barra de tarefas: O equivalente à barra de tarefas do Windows XP no Mac é o Dock. Diferentemente da barra de tarefas (que primariamente apresenta ícones representando os programas abertos), o Dock do Mac apresenta primariamente ícones de programas que você mais usa. Para adicionar um ícone basta arrastar seu ícone para dentro do Dock e para removê-lo, basta arrastar seu ícone para fora e ver a animação do ícone explodindo.

Menu iniciar: Não existe menu iniciar no Mac. Suas funções são divididas entre o Dock e a barra de menu no topo da tela.

Painel de Controle: O equivalente ao Painel de Controle no Mac é o programa Preferências de Sistema, que pode ser iniciado a partir do Dock ou da barra de menu (clicando na maçã).

Teclas de atalho: Teclas de atalho de uso comum no Windows, tal como CTRL+S para salvar e CTRL+P para imprimir, também estão disponíveis no Mac. Mas ao invés de usar a tecla CTRL, os Macs usam a tecla Command (CMD). Sendo assim, para salvar um documento no Mac, por exemplo, use o atalho CMD+S.

Fechando programas: No Windows, para sair de um programa basta apertar no botão “X” presente em um quadrado no topo direito da janela. Mas nos Macs, se você apertar no botão equivalente (um “X” vermelho no topo esquerdo da janela), você estará meramente fechando a janela, sem sair do programa. Para sair do programa você precisa ou selecionar “Quit” na barra de menu ou usar o atalho Command+Q.

Maximizando janelas: Quando você clica no botão de maximizar das janelas do Windows XP, a janela passa a ocupar toda a tela. No OS X Leopard, o botão equivalente (círculo vermelho no topo esquerdo) aumenta a janela de modo a otimizar a leitura do seu conteúdo, coisa que nem sempre ocupa a tela inteira.

Alternando entre programas: Uma forma bem comum de alternar entre programas no Windows XP é pressionando as teclas ALT+TAB. No Mac existe a mesma funcionalidade, só que ela é acessada através do atalho Command+TAB. O Mac também tem uma funcionalidade muito legal chamada Exposé, que mostra todas as janelas abertas de uma vez só, em miniatura. Dessa forma é fácil navegar entre elas. Para acessar o Exposé existem várias formas, mas a mais comum é apertar a tecla F9 ou F3, dependendo do modelo do seu Mac.

Botão direito do mouse: Ao contrário do que a maioria das pessoas pensam, o Mac tem a função de clique direito do mouse, tal como o Windows. A maioria dos Macs desktops vem com mouses que permitem o clique direito e também é possível utilizar quase todo mouse USB disponível com qualquer Mac moderno. Se você está usando um Mac laptop, que tem somente um botão em baixo do trackpad, é possível simular um clique direito segurando a tecla Control enquanto você aperta o botão do trackpad ou ainda tocando o trackpad com os dois dedos na horizontal. Essa última opção, que eu prefiro, deve ser habilitada nas Preferências do Sistema.

Tela: A imagem de fundo da sua área de trabalho e o seu protetor de tela são escolhidos através de uma opção das Preferências de Sistema chamada “Desktop & Screen Saver”. A resolução da tela é configurada na parte de “Displays”. Ambas as funcionalidades eram configuradas na parte de “Vídeo” do painel de controle do Windows XP.

Para maiores informações, a Apple oferece dois sites. Um é chamado Mac 101 e pode ser acessado através do endereço apple.com/support/mac101. O outro é chamado de Switch 101, e pode ser acessado através do endereço apple.com/support/switch101.

 

 

MacBook esquentando!

Nessa última sexta eu fiquei bem preocupado com o meu MacBook. Reparei que cooler (ventoinha para refrigeração interna) estava ligado em alta rotação já a algum tempo. Quando abri a Dashboard para verificar as informações da máquina pelo iStat widget, vi que a temperatura do processador (Intel Core 2 Duo) estava em 80° e o cooler estava com algo em torno de 7500rpm!!! Quem conhece sabe que essa temperatura é absurda e considerada de risco para a vida da CPU. Para vocês terem noção, a temperatura média da CPU do meu MacBook até hoje foi sempre em torno de 50° (variando entre 44° e 56°).

Meio desesperado, fui ver os processos que estavam rodando: Safari e Adobe Updater. Nada anormal. O próximo passo foi abrir o Google e fazer uma pesquisa rápida sobre as possíveis causas do aquecimento da minha máquina. O que mais achei foi informações sobre uma série de MacBooks que vieram de fábrica com um plástico cobrindo a saída de ar, o que causava um super aquecimento. Não era o meu caso.

Como um bom ex-usuário de Windows, desliguei o Mac e o liguei denovo após 30 segundos de descanso. A temperatura estabilizou em 46°, o que me deixou bastante aliviado. Depois de um tempo com o computador ligado e ocioso, percebi que a temperatura não estava aumentando.

Para tentar simular o aquecimento novamente, liguei o Safari e abri dezenas de páginas (algumas com Java Applets, que aumentam o processamento da maquina) e o máximo que consegui foi chegar à temperatura de 51°.

Fui então ligar o Adobe Updater para terminar os updates que estavam sendo executados antes e para a minha surpresa a temperatura começou a aumentar novamente. Mas antes de chegar à um nível crítico, utilizei o Fan Control para aumentar a rotação temorariamente e evitar o super aquecimento. Deu certo. Desabilitei os updates automáticos da Adobe e não sei se vou continuar utilizando seus produtos (atualmente utilizo o Fireworks e Dreamweaver).

É bom sempre estar de olho na sua máquina. Fique atento!

 

Você sabe qual é a diferença entre notebook e laptop?

Para começar bem o dia, quero compartilhar uma curiosidade que eu descobri lendo um post do David Alison. Você sabe qual é a diferença entre “Notebook” e “Laptop” ? Até hoje de manhã eu não sabia e achava que eram apenas sinônimos. Engano meu…

Uma das diferenças, que me chamou a atenção e abriu minha mente, é pelo fato do laptop ser uma máquina feita com o foco em mobilidade. Ao contrário do notebook, não possui saídas de ar em baixo do aparelho, o que permite coloca-lo no colo quando não estamos com uma mesa por perto, por exemplo.

O notebook é um aparelho feito para ser uma miniatura de um computador, sem se preocupar tanto com a questão da mobilidade. Normalmente possui saídas de ar em baixo.

Quando o David Alison comprou seu Macbook Pro, estranhou o fato de sair muito ar quente em baixo e dos lados pois estava acostumado com seu Macbook White, que tem a saída de ar apenas atrás do aparelho.

Esse ponto me fez reconsiderar bastante a compra de um Macbook Pro. Uma coisa que eu sempre gostei no meu Macbook White é o fato de ele não esquentar em baixo e poder colocá-lo no meu colo sem o incômodo da temperatura alta esquentando minhas pernas.

Muito bom saber disso… ;)

Atualização: No final de semana passado, tive a oportunidade de estar frente-a-frente com um MacBook Pro recém comprado (último modelo) e pude constatar que, pelo menos essa nova versão, a saída de ar é apenas atrás que nem é no MacBook. O dono, assim como o leitor Carlos Eduardo (que comentou abaixo), não tiveram nenhuma reclamação quanto à temperatura do bichinho. No caso do que eu vi, pode ser porque ele é de 17 polegadas e teóricamente teria mais espaço para ventilação interna. O MacBook Pro voltou para a minha wishlist!

Espaço bombando: chegou meu MyBook de 1TB

A algum tempo eu venho sentindo a necessidade aumentar a minha capacidade de armazenamento e comprar um HD novo. Depois de pensar bastante, decidi por comprar um HD externo a fim de ter uma certa mobilidade (afinal, tenho um iMac E um MacBook) e de, futuramente, poder compartilhar o espaço na rede através de um Airport Extreme. Optei por comprar um Western Digital MyBook Essential Edition de 1TB.

“Mas para quê tanto espaço?”

Bom, depois de muitos anos na área de tecnologia e sendo um usuário “hardcore” de computadores, percebi que espaço em disco é que nem dinheiro: quanto mais você tem, mais você gasta e mais você quer.

Agora posso ficar tranquilo quanto à minha (cada vez maior) biblioteca de músicas, vídeos e fotos. E o melhor de tudo… Tenho espaço para fazer backups.

O TimeMachine é uma ferramenta fabulosa e sempre me atraiu. Apesar dos Macs quase não darem problemas, como antigo usuário de Windows, o meu pensamento é sempre o mesmo: “o seguro morreu de velho”. Não que os problemas não sejam resolvidos sem um backup do TimeMachine, mas com certeza ele agiliza MUITO na hora de resolve-los.

Próximo (e futuro) passo: Airport Extreme.

 

Mac: Como não limpar seu teclado

A mais ou menos um mês atrás, um amigo meu foi limpar o teclado do seu iMac aluminium. Só que sem estar ciente das recomendações de limpeza fornecidas pela Apple, passou um pano com alvejante. Resultado? O teclado não funcionou mais.

Imaginando que o problema poderia estar ocorrendo por causa de umidade presente no circuito, pegou um secador de cabelo para secar a umidade que ainda poderia estar presente no teclado. Resultado (que fez eu me decepcionar muito com a qualidade das peças)? Duas teclas DERRETERAM com o calor do secador.

Quanto ao problema do teclado ter parado de funcionar, deve ter sido por causa de alguma oxidação nos circuitos causada pelos ácidos presentes na solução. Até aí tudo bem. Mas teclas derretidas com o calor de um secador de cabelo? Cadê a qualidade que a Apple tanto preza nas suas peças? O secador não é tão quente assim…

“Mas afinal, como posso limpar meu teclado?”

A recomendação da Apple é clara: use apenas um pano ligeiramente umedecido que dará conta do recado. Nada de passar produtos de limpeza nem de secar as peças com secadores de cabelo, hein!?

Guerra iWork VS. Microsoft Office 2008 – Qual é o melhor?

Essa pergunta é feita, em sua maioria, pelos novatos no mundo Mac. Eu mesmo, depois de seis meses na plataforma, ainda não sei qual é o melhor.

Quando meu pai me fez essa pergunta e eu não soube responder, comecei a pesquisar a respeito. Acabei descobrindo uma série de artigos da PcWorld que fazem comparativos entre os aplicativos de ambos os pacotes e achei que seria legal compartilhar com vocês.

Em geral, o iWork saiu na frente. Mas ainda acho que o melhor programa é sempre aquele mais simples que atende à todas as nossas necessidades. No meu caso, nunca precisei de nada a mais que o iWork proporciona e por isso foi a minha opção.

Qual são suas necessidades e qual é a sua opção?

Compartilhando arquivos e impressoras de um PC com um Mac

Como eu já disse antes, meu pai é um novo usuário de Mac. Hoje ele precisou acessar seus arquivos e impressora do seu antigo PC sem sucesso.

Eu também, ainda com a mentalidade de usuário Windows, já fui procurando na internet por algum procedimento para compartilhar arquivos e acabei descobrindo que “tudo” o que eu precisava fazer era, no PC, entrar nas propriedades de uma pasta e compartilha-la. O Mac enxerga no Finder essa pasta na parte de compartilhamento. Pronto, primeiro problema resolvido.

Quanto à impressora, com ela compartilhada no PC bastou seguir o procedimento abaixo:

1) No Mac, abrir as “Preferências de Sistema”
2) Abrir a parte de “Impressoras e Fax”
3) Clicar no “+” em baixo da lista à esquerda para adicionar uma nova impressora
4) Clicar na aba “Windows”
5) Selecionar o grupo e computador onde a impressora está compartilhada
6) Selecionar a impressora
7) Selecionar o driver da impressora 

Nessa parte o bicho pegou. Driver para a impressora?

Mais uma vez, com mentalidade de usuário Windows, fui procurar o driver na internet para somente quando o download estava ja em 90%, descobrir que era totalmente desnecessário. Quando selecionei sem querer a opção “Selecione um driver para usar…”, apareceu uma lista enorme com dezenas de modelos diferentes, incluindo o da minha impressora. Bastou selecioná-lo e dar OK. Pronto, impressora instalada e funcionando.

Será que um dia eu consigo me livrar dessa mentalidade de usuário windows onde tudo que tem que ser feito é complicado e trabalhoso?

Mac: Hora de aumentar a memória do meu iMac

Até pouco tempo atrás, meu MacBook era a minha principal estação de trabalho. Como trabalho com desenvolvimento de sistemas e muitas vezes com cargas e processamentos pesados, acabei aumentando sua memória para 4Gb. Só que com a chegada do meu iMac, acabei deixando-o um pouco de lado.

Como ele está meio encostado, pensei logo em tirar a memória dele e passá-la para o novo iMac, mas preferi fazer uma experiência antes.

A idéia era testar o tão falado gerenciamento de memória do Mac, realizando trabalhos mais pesados com apenas 1Gb de memória RAM. E diga-se de passagem, saiu-se muito bem. Só que isso fica para outra hora.

Quando se trata de Macs, é muito fácil trocar memórias e discos rígidos. A Apple levou bem a sério os conceitos básicos de “Faça você mesmo”. 

O procedimento de retirada da memória do MacBook bem como o de instalação de memória do iMac são extremamente fáceis. Basta rosquear alguns parafusos, puxar a memória para fora e recoloca-la, empurrando-a até fazer um “Click”. Acabou.

Aos poucos estou deixando a máquina do meu gosto. O próximo upgrade já está marcado para semana que vem. Aguardem…